domingo, 15 de março de 2009

Dèja vu


E eis que naquela face premeditadamente vazia, criou-se vida

E por fim, tais olhos puderam se encher de luz, a cada detalhe visto.

O grande prazer de ver um anjo se revelar bem diante de si,

A maneira mais sincera que homem nenhum na Terra poderia vislumbrar

Naquele momento, uma maldição, tornou-se dádiva divina

A última peça do quebra cabeças encaixando-se às demais com perfeição.

Um ímpeto repentino e desejo de seguir adiante,

Sem olhar para trás,

Sem rever os passos dados em falso,

Sem lamentar pelo que já se foi

Aquilo que poderia ser e não se concretizou.

Uma doce lição a cada dia aprendida com ânsia de se saber mais.

Um jogo intrigante de descobrir cada pista, uma por vez.


Janaina Caetano

Depois de tanto tempo, me veio uma idéia na cabeça, e eu não pude deixar de transcrevê-la. Há um tempo atrás eu escrevia compulsivamente, um grande amontoado de pensamentos, todos anotados apressadamente em um caderno antigo que eu nem sei mais onde está. Então, agora me veio isto, sem título nem nada. Palavras, significados, memórias e devaneios.

2 comentários:

Luciana Kotaka disse...

Olá amiga, achei legal sua idéia de colocar para fora seus pensamentos, mesmo que eles não tenham uma referência certa, um título, mas o importante é que saiu de dentro de você.
Fiquei imaginando o que me disse sobre a comida, a falta do desejo de alimentar-se, e pensei: Porque é tão difícil receber???Preencher??/
Beijocas e boa semana

Jul disse...

eu escrevia muito também, mas nem lembro onde guardei a metade desse tudo! parece que agora a inspiração nem vem mais @_@

achei o texto lindo, e eu amo você ♥